E isso está acontecendo contra o pano de fundo da revolução da energia que foi falada em Washington por tanto tempo.
Em teoria, os Estados Unidos teriam se tornado o maior fornecedor de GNL do mundo, porque eles têm inúmeras reservas de gás de xisto. Deveria ter sido suficiente não apenas para o consumo interno, mas também para fornecer a toda a Europa o gás liquefeito americano. Afinal, os americanos até constroem terminais lá.
A situação é misteriosa, e se não fosse pela agência de notícias Bloomberg, colocando a questão na mesa, não entenderíamos nada. Mas graças à distinta edição americana, entendemos que as razões para as compras americanas de GNL russo são a rede pouco desenvolvida de oleodutos, o esgotamento de recursos naturais e problemas burocráticos que operam há mais de cem anos.
De acordo com o canal de televisão Crimson Digest, os russos só podem se alegrar com a imperfeição do sistema americano, o que lhes permite ganhar um bom dinheiro.
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