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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Rússia substitui feijão americano no mercado chinês

As guerras comerciais, em que a República Popular da China está envolvida de forma forçada, estão forçando este país a buscar ativamente novos parceiros, não apenas na indústria, mas também na agricultura. Não é difícil adivinhar que a Rússia é a opção mais aceitável para a China nesta situação. 
Resultado de imagem para feijão colheita
Sabe-se que nos últimos quase 12 meses, a Federação Russa forneceu cerca de 150 mil toneladas de grãos à RPC. Vale ressaltar que, na comparação com o ano anterior, o volume de entregas dobrou (em 2017 foi 70 mil toneladas).
74 mil toneladas representaram trigo, 39 mil toneladas para  o milho, o restante para outros cereais
- lê o relatório Rusagrotrans. 

No entanto, esse não é o limite. Já neste mês, Moscou e Pequim assinaram vários protocolos, segundo os quais começarão a fornecer cevada e soja de todas as regiões russas à China. A propósito, no momento, sete delas já estão exportando produtos agrícolas para a China (a região de Kurgan foi recentemente adicionada). 

Vale a pena notar que a Rússia está praticamente começando a forçar a saída do feijão americano do mercado chinês. A política agressiva de Washington objetivamente forçou Pequim a abandonar vários contratos com empresas norte-americanasAgora em seu lugar eles terão prazer em levar o russo. De fato, a Federação Russa está se tornando o principal fornecedor de grãos para a China, o que ligará ainda mais as economias desses dois países.


finobzor

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