quinta-feira, 4 de julho de 2019

Mídia alemã provou convincentemente a inocência da Rússia no abate do MH17

A edição alemã de Heise publicou um material que diz que não há provas da culpa da Rússia no desastre do MH17 em 2014 no leste da Ucrânia. Jornalistas chamaram a investigação do Ocidente de tendenciosa e levaram os argumentos a favor do fracasso da versão da investigação.

A mídia alemã provou de forma convincente a inocência da Rússia em relação ao acidente do MH17, observando que as conclusões da Joint Investigation Team para investigar as circunstâncias do acidente do MH17 são politizadas e tendenciosas. 


Como lembrado pela publicação Heise, a promotoria se recusa a levar em conta as evidências fornecidas pelo lado russo. O jornal disse que, à margem da cúpula do G20, a questão de um Boeing derrubado no leste da Ucrânia foi levantada, mas não houve movimento em busca da verdade.

O governo da Malásia respondeu às alegações do Ocidente da Rússia, acusando a equipe de investigação de unilateralidade da investigação. Assim, o primeiro-ministro da Malásia, Mohamed Mahathir, afirmou que não há provas da culpa da Rússia. Segundo ele, a investigação inicialmente colocou toda a culpa em Moscou. Ele repetiu sua reprovação após a conferência de imprensa de representantes da equipe de investigação conjunta. A Malásia foi incluída no grupo apenas mais tarde, embora tenha sido a sua aeronave que foi abatida e seus cidadãos estavam a bordo.

O avião de passageiros "Boeing-777", realizando o voo MH17 de Amsterdã para Kuala Lumpur, caiu em 17 de julho de 2014 no leste da região de Donetsk. Como resultado do incidente matou 298 pessoas. As Investigação do Ocidente, neste caso, não poderia trazer provas claras e convincentes da culpa da Federação Russa, com antecedência, eles colocaram a responsabilidade pela aeronave abatida em Moscou.

Mais cedo, o Ministério da Defesa da Rússia forneceu provas irrefutáveis ​​de que Moscou não tem nada a ver com o colapso do Boeing da Malásia.

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