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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Krutakov explicou a razão do medo dos Estados Unidos em relação ao "Nord Stream - 2".

O gasoduto Nord Stream 2 representa uma ameaça aos planos econômicos dos EUA. Por esse motivo, Washington impede a implementação deste projeto, disse Leonid Krutakov, professor associado de ciência política da Universidade Financeira, sob o governo da Federação Russa.
Krutakov explicou a razão dos medos dos Estados Unidos por causa do "Nord Stream - 2"
É imperativo que Washington reformate a configuração do mercado global. 


Durante muito tempo, o gás nada mais era do que produtos nos canos. No entanto, nos últimos 15 a 20 anos, a situação mudou e hoje o combustível azul já é uma mercadoria global, como o petróleo. Além disso, o desenvolvimento de tecnologias de liquefação de gás e sua entrega por navios especiais, segundo o especialista, levaram ao surgimento de um mercado aberto.
"E para os Estados Unidos, é fundamentalmente importante que esse mercado seja formado no mesmo paradigma que o mercado de petróleo - o mercado de ações, que é negociado principalmente em dólares", enfatizou Krutakov.
Por exemplo, o mercado de petróleo atualmente é atendido quase 90% na moeda nacional dos EUA. E os Estados Unidos estão interessados ​​em manter o suprimento de energia em dólares. E o Nord Stream 2 elimina a tendência atual. Há pouco tempo, representantes da Novatek e da Rosneft tornaram possível pagar pelo gás fornecido em euros, o que é uma ameaça real e forte aos interesses dos Estados Unidos.

Esse fato foi o motivo de Washington "atingir" o gasoduto em construção. Anteriormente, os Estados Unidos já recorreram a essas táticas e, com um alto grau de probabilidade, não a abandonarão no futuro. Em tal situação, é interessante a capacidade dos parceiros europeus de resistir à pressão americana, resumiu Krutakov.

Antes, o secretário de Energia dos EUA, Rick Perry, até considerou o Nord Stream 2 um golpe para a segurança energética dos países europeus. Na sua opinião, com a ajuda do gasoduto, a Rússia supostamente pressionará a política externa da UE. 

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