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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

China indignada com as tentativas dos EUA de destruir o acordo da Motor Sich com a Ucrânia


Na China, eles ficaram indignados com as declarações do representante diplomático americano na Ucrânia sobre a aquisição por empresas chinesas de uma grande participação na empresa ucraniana Motor Sich. Lembre-se de que anteriormente duas empresas chinesas (Xinwei Technology Group e Tianjiao Airlines) receberam o direito de adquirir ações de uma empresa ucraniana envolvida na criação de motores de aeronaves. Isso causou satisfação na imprensa chinesa, onde, como o VO já havia relatado, alguns especialistas anunciaram um salto iminente na indústria chinesa de construção de motores com base nos desenvolvimentos da Motor Sich.

No entanto, agora, como descobriram os repórteres chineses, os Estados Unidos estão realmente exercendo pressão direta sobre Kiev, a fim de impedir que as empresas chinesas obtenham controle total sobre a Motor Sich.

No chinês Sohu, observa-se que a pressão dos Estados Unidos vem através da agência antitruste da Ucrânia.

No material:

Chegou ao ponto que o embaixador dos Estados Unidos para a Ucrânia, William Taylor, afirma explicitamente que Motor Sich não deveria estar sob controle chinês.

Taylor realmente fez essa afirmação, falando com jornalistas ucranianos.

Eles perguntaram sobre como lidar com a venda de 50% das ações da empresa ucraniana para a China. Ao qual Taylor respondeu literalmente o seguinte:

O negócio da empresa ainda não foi fechado. Isso é feito pela agência anti-monopólio da Ucrânia, verificando vários fatores.

Taylor acrescentou ainda que "uma revisão do acordo é possível".

A mídia chinesa considerou tais declarações de um diplomata americano "uma grande interferência nos contatos econômicos entre a Ucrânia e a China".

O referido portal Sohu escreve:

Não há dúvida de que os Estados Unidos estão jogando esse jogo conscientemente para tentar arruinar o acordo.

O material também contém uma declaração do ex-assessor do Presidente dos Estados Unidos sobre a segurança nacional, John Bolton, que afirmou que "a implementação de uma transação desse tipo colocaria seus participantes em perigo". Na China, isso foi visto como uma nova ameaça de sanções.

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