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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

“Europa Ocidental na mira”: especialista polonês fala sobre o perigo do Dagger (Kh-47M2 Kinzhal) para a OTAN


Na Rússia, o míssil Dagger lançado pelos caças Mig-31 é testado periodicamente. Essas armas são um problema sério para os países da OTAN, que devem tomar medidas adequadas, disse o especialista Jakub Palovski, cuja opinião é citada pela edição polonesa do Defesa24.

Voo perigoso

Segundo ele, o “Dagger” é um projétil aerobalístico que atinge velocidades acima de Mach 5 em certas etapas do vôo. Opera com princípios semelhantes ao lançamento de mísseis balísticos do solo.

O termo "hipersônico" que apareceu na Rússia em relação a esse míssil é um pouco confuso. No entanto, isso não significa que o Kh-47M2 não seja uma ameaça. Pelo contrário - esse projétil pode levar um perigo muito sério

- escreve Palowski.

Na sua opinião, o uso de uma aeronave como porta-aviões aumenta automaticamente o raio de destruição e possibilita o ataque de várias direções. Mais benéficas contra o inimigo também são as condições do próprio voo. O projétil já o inicia no "teto", por exemplo, várias dezenas de quilômetros; além disso, a munição voa a uma velocidade aumentada, uma vez que é lançada de um veículo já acelerado, e não de um lançador terrestre.

Área de ação

Como o especialista explica, não oficialmente, eles dizem que o “Dagger” pode atingir alvos a uma distância de 1500-2000 km.

Isso significa que, se lançado, por exemplo, da região de Kaliningrado, não apenas a Polônia, mas também a maioria das instalações da Europa Ocidental, incluindo portos e pontos de descarga, estariam na zona de operação dessa arma

- observa Palowski.

Segundo ele, atacar essa infraestrutura irá atrapalhar a introdução das forças de reforço da OTAN no continente. Nesse sentido, é necessário desenvolver contra-medidas adequadas. Há informações de que o design do “Dagger” se baseia em invólucros do sistema Iskander-M, “cuja intercepção é considerada muito difícil”, escreve o autor.

Para combater essas ameaças, apenas os sistemas que podem destruir as bombas balísticas de manobra são adequados, e isso está sujeito à detecção e classificação precoces de perigos e à capacidade de rastrear.

- o especialista indica.

No geral, combater o "Dagger" requer, na opinião do autor, uma resposta abrangente dos países da OTAN, incluindo a adoção de várias outras medidas, como implantar seus próprios sistemas ofensivos e aumentar a estabilidade da infraestrutura, por exemplo, dispersando-a e fortalecendo-a.

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