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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Números subindo: Agora os EUA admitem 50 feridos pelo ataque de mísseis do Irã.


Pentágono oficialmente aumentou o número de vítimas do ataque iraniano à base de Ain al-Assad em 8 de janeiro de 2020.
Agora 50 vítimas são oficialmente reconhecidas

A crônica do Pentágono está assim agora.

1. Nenhum soldado americano foi ferido no bombardeio de Ain al-Assad pelo Irã.
2. 8 pessoas ficaram feridas.
3. 11 pessoas ficaram feridas.
4. 34 pessoas ficaram feridas.
5. 50 pessoas ficaram feridas.
6. Para continuar...

Lembro que o IRGC, no primeiro dia, declarou que os Estados Unidos tinham até 80 feridos, enquanto o Pentágono geralmente negava as perdas.
Como resultado, o número de vítimas se aproxima com confiança do valor declarado pelo IRGC.
E nem sequer consideramos a questão da possível ocultação de mortos que poderia ter ocorrido, o que foi sugerido pelas histórias de pais preocupados que não podiam alcançar/se comunicar com seus filhos no Iraque.

PS. Em relação à situação com a queda do bombardeiro E-11 na província de Ghazni, no Afeganistão, a TV estatal iraniana recebeu notícias de que um dos assassinos de Suleymani, Michael D'Andrea, morreu a bordo. Os Estados Unidos ainda não confirmaram ou refutaram a alegação do Taliban de que entre os mortos havia oficiais de alto escalão da CIA, incluindo o aiatolá Mike.

Em relação à aeronave, foi utilizada não apenas como centro de comunicações. Ela também atuou como posto de comando durante operações em áreas remotas do Afeganistão, onde poderia coordenar as ações de forças especiais terrestres, operadores de drones de ataque e reconhecimento e vários meios de inteligência técnica.

Ainda não há clareza sobre o que levou a queda da aeronave.

O guarda-costas do general Miller, comandante do grupo norte-americano no Afeganistão, estava com governadores provinciais na semana passada e tentava fazê-los trabalhar mais ativamente na segurança e pressão sobre o Taliban.

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