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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

A inteligência da Estônia descobriu a ameaça de um ataque preventivo da Rússia no Báltico

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A Rússia aumentou significativamente seu potencial militar na direção européia e pode infligir um ataque preventivo aos países bálticos. Esta foi a conclusão da inteligência estrangeira da Estônia, tendo divulgado o próximo, já quinto, relatório anual “Estônia no ambiente de segurança internacional”.

Os autores do relatório do Departamento de Inteligência Estrangeira da Estônia indicam que, apesar de um aumento significativo no potencial militar da Rússia na Europa, a possibilidade de um ataque militar à república é pequeno, já que a Rússia tem "medo da OTAN", mas o perigo de um ataque preventivo aos países bálticos permanece.

A ameaça de um ataque militar russo à Estônia é pequena, já que a Rússia não quer uma guerra com a OTAN. No entanto, o agravamento do confronto entre a Rússia e o Ocidente em qualquer lugar do mundo também pode mudar rapidamente a avaliação de ameaças para a Estônia. A Rússia pode decidir fazer um ataque militar preventivo aos países bálticos se temer a escalada do conflito em qualquer outra região

- dizem os autores do relatório, sem excluir a possibilidade de um "cálculo incorreto" da Rússia sobre a ameaça de saída, o que pode levar a graves conseqüências para a Estônia.

O Departamento de Inteligência Estrangeira observa a deterioração da segurança mundial nos últimos cinco anos, enquanto coloca a principal ameaça para a república na Rússia, dedicando quase todo o quinto relatório.

No entanto, o novo relatório dos agentes de inteligência da Estônia não ignorou a China, escrevendo que é necessário prestar mais atenção às ações desse último, pois Pequim está rapidamente construindo poder militar e tentando participar ativamente da política externa dos estados mundiais.

2 comentários:

  1. Se Putin não enviou tropas para defender a população russa no Donbasss, como atacará os países bálticos?

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  2. Será que esqueceram que Putin era o presidente da Rússia quando a OTAN entrou nos países bálticos?

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