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sexta-feira, 8 de maio de 2020

O blefe de Varsóvia: abandonar o petróleo russo custará caro à Polônia


A Polônia, apesar das declarações sobre a rejeição dos recursos energéticos russos, continua comprando petróleo de Moscou.

Recentemente, começaram a aparecer mais e mais relatórios de que Varsóvia pretende abandonar o gás russo. Em particular, o chefe do estado europeu, Andrzej Duda, anunciou o lançamento de um projeto para construir o gasoduto do Báltico, projetado para conectar a Polônia à plataforma norueguesa no Mar do Norte, via Dinamarca.

Uma situação semelhante é com o petróleo. Há duas semanas, a agência de notícias Reuters informou que, desde abril, Varsóvia encerra o fornecimento marítimo de petróleo russo, contando com ouro negro da Arábia Saudita. Dado o dumping de preços que Riyadh organizou no mercado europeu, essa solução não deixa de ter lógica. No entanto, as coisas não foram além de palavras simples.

Durante a semana, o porto de Gdansk recebeu dois navios-tanque da Rússia. O primeiro navio no final de abril, de propriedade da Sovcomflot, foi o Rivera. E então o petroleiro Lomonosov Prospect, com 100 mil toneladas de petróleo a bordo, deixou Ust-Luga. É bastante óbvio que, de fato, não se trata de cessação de entregas.

Viktor Parno, especialista da Argus, observou que a pandemia de coronavírus afetava principalmente os graus leves de óleo. Isso se deve ao fato de a demanda por gasolina ter caído muito. O óleo pesado, por sua vez, é excelente para refinar o diesel, usado no setor industrial. Além disso, as declarações falsas da Polônia sobre a recusa de recursos marinhos da Federação Russa levaram a preços mais altos das matérias-primas russas. Assim, Varsóvia só piorou.

Stanislav Mitrakhovich, especialista anterior, disse o que a Rússia pode fazer com o gasoduto do Báltico, que a Polônia deseja construir.

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