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terça-feira, 16 de junho de 2020

Alemanha considera sancionar senadores dos EUA em resposta às ameaças contra Nord Stream 2

Navio-grua Akademik Chersky, apto a concluir a construção do gasoduto Nord Stream 2
Washington ameaçou repetidamente impor sanções contra qualquer companhia que participe da construção do gasoduto Nord Stream 2, enquanto os EUA tentam bloquear o projeto.

O presidente do Comitê do Parlamento da Alemanha para Questões de Economia e Energia, Klaus Ernst, afirmou que as sanções introduzidas pelos Estados Unidos contra o projeto Nord Stream 2 não são mais uma questão econômica, mas uma questão que afeta diretamente a soberania da Alemanha.

Ernst convocou a Alemanha a não mais "balbuciar" na hora de responder às ameaças de sanções norte-americanas, além de começar a agir. O legislador alemão sugeriu introduzir penalidades contra os senadores dos EUA que apoiaram a nova lei para sancionar o projeto de energia.
"Sanções não são um bom mecanismo, especialmente em termos de política econômica. Contudo, devemos considerar medidas de reciprocidade, como impor sanções ao GNL dos EUA", comentou o político alemão.
O parlamentar acrescentou que existe um forte consenso entre os membros do Comitê do Parlamento de que o gasoduto deve ser finalizado, além de estas sanções serem inadmissíveis.
"Há uma considerável maioria em todos os partidos, incluindo o Partido Verde, que anunciou que essas sanções são inadmissíveis, portanto, é necessário nos defendermos contra elas", manifestou Ernst.
Os EUA continuam a pressionar a Alemanha a abandonar o projeto Nord Stream 2, afirmando que ela seria responsável pelo aumento da dependência do país europeu em relação ao gás da Rússia, apesar da Alemanha diversificar seus fornecimentos. O presidente norte-americano Donald Trump sugeriu que a Alemanha deveria importar mais gás de seu país e de Israel.

Após Berlim e outros países da União Europeia descartarem as exigências de Washington, os EUA introduziram sanções contra companhias diretamente envolvidas com a construção do gasoduto.

sputniknews

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