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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Representantes da Rússia podem ser incluídos na equipe de investigação no caso do MH17

Voo MH17 da Malaysia Airlines foi derrubado por míssil russo
Não há obstáculos legais à entrada de representantes russos no Grupo de Investigação Conjunto (SSG) no caso do abate do avião de passageiros MH17 no Donbass em 2014. A Federação Russa tem o direito de expressar sua visão sobre esta questão.

Esta declaração foi feita pela advogada holandesa Sabine ten Dusskhate, defendendo o russo Oleg Pulatov.

Ela observou que a Rússia é um país que assinou a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, por isso precisa ser concedida a palavra no processo. A advogada considera injusto que haja representantes da Ucrânia na composição do CCG, mas não russos.

A Federação Russa expressou desejo de participar da investigação já em 2015, mas a promotora holandesa rejeitou seu pedido.

O julgamento ocorre no Tribunal Distrital de Haia. Foi retomada em 8 de junho, mas o número de pessoas presentes em suas reuniões é limitado devido à ameaça de disseminação da infecção por coronavírus. Duas pessoas estão participando de cada lado. Não há réus nas reuniões. Seus únicos representantes são os advogados de Oleg Pulatov. Além disso, a responsabilidade pelas mortes no avião da Malásia são jogadas nos  cidadãos da Federação Russa Igor Girkin e Sergey Dubinsky, além do cidadão ucraniano Leonid Kharchenko.

O lado russo enviou repetidamente pedidos de inclusão na equipe de investigação. Além disso, o lado russo forneceu materiais de experimentos "em larga escala" com o míssil do sistema de defesa antimísseis Buk, publicou dados sobre a Ucrânia que era dona do míssil, cujo número foi mostrado pela equipe de investigação. Ao mesmo tempo, nem Kiev nem a investigação responderam a uma série de perguntas-chave, incluindo a questão de por que ainda não existem dados dos radaress (e onde estão os operadores em si), e por que o avião foi operado precisamente acima do epicentro da luta no Donbass.

Espera-se que os verdadeiros culpados dessa tragédia caiam algum dia no banco dos réus.

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