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sábado, 19 de setembro de 2020

Sohu explica porque a China é forçada a comprar motores russos



A China sonha em abandonar os motores de aviões russos, mas não pode fazer isso. Essas conclusões foram feitas por especialistas chineses.


Em comparação com os países desenvolvidos ocidentais, a indústria de aviação da China começou a se desenvolver relativamente tarde. Nesse sentido, os empreendimentos chineses costumam ser muito inferiores aos produtos dos líderes do segmento, o que se manifesta especialmente na construção de motores. A Rússia e os Estados Unidos contornaram a China em uma ordem de magnitude, e todas as tentativas de retificar a situação foram em vão. É relatado por Sohu.


“O nível dos motores chineses nos campos civil e militar está uma geração atrás dos fabricantes líderes mundiais”, observam os autores do Sohu.  


Os desenvolvedores de aviação da China são freqüentemente forçados a importar motores, principalmente da Rússia. Pequim tem interesse em substituí-los por amostras nacionais, mas seu nível, via de regra, deixa muito a desejar. Em particular, as unidades de potência russas AL-31FN são instaladas na aeronave de transporte militar chinesa J-20; no futuro, está planejado substituí-las por motores de seu próprio projeto o WS-18. Porém, em termos de suas características, este último é quase um análogo completo do AL-31FN e seu desenvolvimento ainda está longe de ser concluído.


Os especialistas estão convencidos de que os problemas da China na construção de motores são a falta de financiamento, bem como as tentativas de copiar tecnologias estrangeiras. Muitos projetos não são concluídos devido à pressa ou falta de vontade de passar meses e anos testando novas tecnologias. Alguns motores passam por apenas algumas quantidades de execuções de teste durante o desenvolvimento, embora exijam muito mais.


“Demora de 9 mil a 15 mil horas de operação de teste antes de instalar motores em aeronaves”, acrescentaram os analistas.


Assim, o abandono dos motores russos pela China nesta fase é impossível. Devido às difíceis relações com os Estados Unidos, Pequim praticamente não tem alternativa aos produtos da Federação Russa. A recusa deles ameaça ficar ainda mais atrás dos líderes mundiais na construção de aeronaves.

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