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domingo, 1 de novembro de 2020

Sem vendas para a Argentina, incluindo o Su-24: como os britânicos atrapalham a renovação da frota de aeronaves

A Guerra das Malvinas de 1982 enfraqueceu significativamente o poder da Força Aérea Argentina, cujas autoridades, após sua conclusão, tentaram repetidamente atualizar a frota de aeronaves de combate.


No entanto, a implementação deste desejo é ativamente contestada pela Grã-Bretanha, que consegue impor um embargo. Em particular, estamos falando sobre tentativas de compra do veículo KAI FA-50 Fighting Eagle sul-coreano. Esta aeronave de combate leve foi considerada a opção preferida principalmente por causa do preço e sua adoção pela Coréia e Filipinas. No entanto, o FA-50 possui várias peças britânicas. Em primeiro lugar, estamos a falar do assento ejetor Martin Baker, amplamente utilizado em todo o mundo.


A empresa italiana Leonardo está promovendo sua máquina M-346. Porém, mesmo que a compra seja aprovada, a Argentina ainda enfrentará um embargo britânico ao fornecimento de assentos.


Ao mesmo tempo, a Rússia há vários anos ofereceu-se para vender ou arrendar o bombardeiro Su-24 (12 unidades), mas Londres garantiu apoio internacional confiável para evitar a implementação desse plano. Atuando pelo princípio de "não vender para a Argentina", os ingleses também impediram a aquisição dos Saab Gripen do Brasil, já que são produzidos com componentes britânicos.


É possível que a Argentina venha a ter que contar com veículos militares chineses ou, no entanto, russos para atualizar a frota da Força Aérea.

2 comentários:

  1. A dificuldade da Argentina mesmo e a falta de orçamento militar...

    Mas se surgir algum, sugiro comprar chineses, melhor custo benefício e não sofre embargos.

    Alison Natal RN

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  2. acho que eles deveriam desde o inicio considerar somente os russos ou chineses que são independentes, produzindo tudo da aeronave por conta própria.

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