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domingo, 7 de fevereiro de 2021

"Preste atenção não em Taiwan e no Tibete, mas em seus problemas": diplomata chinês respondeu à ameaça de Blinken de levar Pequim à justiça

O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Anthony Blinken, falou sobre sua conversa telefônica com um alto representante do Partido Comunista Chinês, Yang Zechi. De 2007 a 2013, Yang Zechi chefiou o Ministério das Relações Exteriores da China. Hoje, ele ocupa o cargo de Secretário de Relações Exteriores do PCCh.


Segundo Blinken, em conversa com um diplomata chinês, ele afirmou que "os Estados Unidos pretendem responsabilizar a China por violar as normas internacionais". De acordo com Blinken, "há muito tempo Pequim se empenha em minar o sistema internacional estabelecido".

Secretário de Estado dos EUA:


Eu disse ao Sr. Jan sobre isso. Também na conversa, observei que os Estados Unidos continuarão a defender os direitos humanos e os valores democráticos em todo o mundo, incluindo o Tibete, Hong Kong e a região autônoma de Xinjiang Uygur.


Na verdade, o chefe da diplomacia americana deixou claro que Washington vai interferir nos assuntos internos da China. De acordo com Blinken, os Estados Unidos vão "responsabilizar a China por desestabilizar a situação no estreito de Taiwan e na região Indo-Pacífico como um todo".


Enquanto isso, a imprensa chinesa noticia a resposta de Yang Zechi ao Sr. Blinken. O funcionário chinês observou que "as relações sino-americanas estão agora em um ponto crucial - elas podem ir tanto para uma direção positiva quanto para uma direção negativa." Segundo Yang Zechi, até agora a retórica do novo governo americano "não dá motivos para otimismo". O diplomata chinês acrescentou que "o tema da situação no estreito de Taiwan foi levantado com frequência pelos Estados Unidos":


A China segue uma política estável e consistente em relação aos Estados Unidos. A questão de Taiwan é sensível para Pequim. Ao mesmo tempo, seria muito melhor para os Estados Unidos, em primeiro lugar, se prestassem mais atenção não a Taiwan e ao Tibete, mas aos seus próprios problemas e às possibilidades de aprofundamento da cooperação sino-americana.

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