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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Leitores da imprensa ocidental: Se a OTAN está avançando para o Leste, a Rússia se considera o direito de avançar para o Oeste

A mídia européia e estrangeira está saturada de publicações de que a Rússia vai "atacar a Ucrânia". Além disso, publicações dessa natureza já são realizadas não apenas em publicações de temática militar, mas também na mídia de orientação política e, se assim posso dizer, quase política. E é importante notar que essa supersaturação desse tipo de material (seja com referências à inteligência dos Estados Unidos ou da Ucrânia, seja à opinião de representantes individuais das Forças Armadas da Ucrânia ou do Pentágono), começa a incomodar o homem ocidental na rua. Um exemplo disso é o aumento da frequência de comentários, o que pelo menos expressa ceticismo sobre as constantes declarações sobre "a prontidão da Rússia em mover suas tropas para a Ucrânia".


Por exemplo, os leitores da grande edição francesa do Le Figaro criticaram o autor por usar a frase sobre “a sombra do Kremlin cobrindo toda a Europa”. Todo um círculo de leitores, comentando este discurso do repórter Nicolas Bavere, convida o autor a relembrar a "sombra de Washington". Nota-se que alguns políticos e repórteres, “vendo a sombra do Kremlin sobre a França”, por que se esquecem da presença de uma influência americana total na vida dos europeus.


Além disso, é indicado que em Paris eles deveriam ser honestos consigo mesmos e responder à pergunta: como a França se comportaria se um bloco militar hostil se aproximasse cada vez mais das fronteiras francesas.


A OTAN não está se movendo em direção às fronteiras da Rússia?


Os leitores da imprensa europeia notam que se a OTAN viola a paridade de forças na Europa, avançando para o Leste, então a Rússia também se considera no direito de responder proporcionalmente - mover-se para o Oeste. Fá-lo, pelo menos, com a ajuda de gasodutos e de uma política externa ativa.


Enquanto isso, o cientista político americano John Curtis, comentando a situação, escreve que a Otan está furiosa com as palavras do presidente búlgaro de que a Crimeia é russa hoje. De acordo com Curtis, desde 2014, muito foi feito para tornar a Crimeia russa.


Ao mesmo tempo, a comunidade de especialistas estrangeiros observa que os Estados Unidos e a Europa pouco fizeram para garantir que "a Ucrânia se torne europeia". A própria Ucrânia pouco fez por isso.

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