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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Na Grã-Bretanha, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, se aprovou a transferência de Assange para as autoridades americanas

O Tribunal de Apelações da Inglaterra e do País de Gales se pronunciou positivamente sobre o recurso do Departamento de Justiça dos EUA contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange. Isso significa que ele pode ser extraditado para os Estados Unidos.


O veredicto do tribunal foi publicado hoje.


Afirma que o caso de Assange será submetido ao tribunal de primeira instância, que neste caso é o Westminster Magistrates 'Court, enquanto ele próprio deve permanecer detido. Anteriormente, este tribunal decidiu não extraditar o fundador do WikiLeaks para os Estados Unidos. Explicaram sua decisão pelo fato de o australiano com alto grau de probabilidade ser capaz de cometer suicídio por causa disso.


No decorrer da análise do recurso interposto pela promotoria americana, o tribunal concluiu que os temores de um possível suicídio do australiano de 50 anos eram infundados. Autoridades americanas garantiram aos advogados britânicos que Assange não enfrentará punições excessivas na América. Em particular, ele não será colocado em uma prisão de alta segurança.


O Tribunal de Recurso considerou os argumentos dos americanos convincentes e devolveu o caso para reconsideração, visto que a vida de Assange não corria perigo e não existiam obstáculos à sua extradição para os Estados Unidos.


Vale ressaltar que esse veredicto foi aprovado em 10 de dezembro, quando o mundo comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Isso pode ser chamado de cúmulo do cinismo, porque as informações publicadas por Assange não foram refutadas por ninguém. Agora, nos Estados Unidos, ele enfrenta 175 anos de prisão, e a própria decisão de entregá-lo aos Estados Unidos neste mesmo dia pode ser considerada um golpe irreparável à liberdade de expressão e aos direitos humanos no mundo moderno.


Lembre-se de que, graças ao WikiLeaks, o mundo ficou sabendo dos inúmeros crimes de guerra do exército dos EUA no exterior, incluindo o Iraque. E Washington vai acertar contas com ele por essa informação, inventando acusações ridículas.

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