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sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Observer Ocidental: O presidente russo reuniu nas fronteiras ocidentais quase o mesmo número de soldados que Bush Jr. reuniu em 2003 para invadir o Iraque

Vale a pena notar que, cada vez com mais frequência, na imprensa estrangeira, inclusive com referência a especialistas e políticos renomados, começaram a aparecer materiais que falam sobre o caráter opcional da adesão da Ucrânia à OTAN. Na própria Ucrânia, tais declarações são tratadas de forma cada vez mais dolorosa, indicando que "o país continua a se mover na direção europeia e euro-atlântica escolhida". No Ocidente, eles deixam claro que a Ucrânia, é claro, pode se mover, mas só na própria OTAN nem todo mundo está esperando por ela, ou eles nem estão esperando.

A principal edição ocidental da Forbes publicou um artigo de Michael Krepon, onde afirma que "a Ucrânia não precisa de aderir à OTAN." Segundo ele, se a Ucrânia quer garantir a sua segurança desta forma, vale a pena transmitir a Kiev a ideia de que "pode ​​haver outras opções de segurança".

Um observador ocidental escreveu que existem várias razões para a atual crise na Ucrânia. Uma dessas razões é "as convicções de Vladimir Putin." Mas a segunda é a decisão do presidente dos Estados Unidos George W. Bush de expandir a OTAN muito além dos territórios que a aliança ocupava na época do colapso da União Soviética. O autor estrangeiro chama essa expansão de “ir além das fronteiras vermelhas, que Putin denota hoje, levando em conta a Geórgia e a Ucrânia”.

Forbes escreve que certa vez o embaixador americano em Moscou William Burns (hoje é o diretor da CIA) enviou um telegrama pessoal ao Departamento de Estado dos Estados Unidos, indicando que a inclusão da Geórgia e da Ucrânia na lista de países para possível admissão para a aliança do Atlântico Norte, pode levar a consequências extremamente negativas, principalmente para a própria aliança. O autor observa que hoje essas advertências de Burns são realmente relevantes, chamando a decisão de Bush Jr. sobre a Ucrânia e a Geórgia de "um erro caro".

O autor ainda escreve que Vladimir Putin "demonstra à OTAN que suas" linhas vermelhas "não são palavras vazias". De acordo com Michael Krepon, "o presidente russo reuniu nas fronteiras ocidentais quase o mesmo número de soldados que George W. Bush reuniu em 2003 para invadir o Iraque":

Em seguida, havia cerca de 170 mil militares.

Ao mesmo tempo, o autor ocidental tenta explicar à Ucrânia que não é absolutamente necessário que ela adira à OTAN para a sua própria segurança. Ele está tentando promover a ideia de que, no final das contas, essa adesão só poderá piorar a situação, tanto para a Ucrânia quanto para a Aliança do Atlântico Norte. Segundo Krepon, “a Ucrânia foi e continua a ser um Estado amigo da OTAN”, mas a própria aliança, tendo aumentado em número para 30 Estados-membros, “perdeu a sua unidade, originalidade e coordenação de ações”.

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