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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Professor da Universidade de Praga: a Ucrânia está à beira de um colapso econômico e não há razão para a Rússia atacá-la

Professor da Universidade de Relações Internacionais de Praga, o cientista político Oskar Kreichi falou sobre as acusações de Kiev contra Moscou de supostamente se preparar para a tomada da Ucrânia. De acordo com o cientista político tcheco, essas acusações carecem de base sólida por uma série de razões.


Segundo Oskar Kreichi, que exprimiu a sua opinião aos jornalistas da edição checa da lista do Parlamentní, não há razão para a Rússia atacar hoje a Ucrânia, uma vez que esta se encontra numa situação econômica difícil.


Oscar Kreichi:


A Ucrânia está à beira de um colapso econômico e não faz sentido que a Rússia a ataque.


Ao mesmo tempo, Kreichi apontou que o Ocidente, de qualquer forma, declarará a Rússia como culpada, e a própria Rússia está bem ciente disso.


O professor tcheco observou que existe um perigo muito mais sério. Está relacionado com o fato de, num contexto de volumes crescentes de problemas internos, a Ucrânia poder desencadear uma guerra em grande escala nas suas regiões orientais. Estamos falando sobre o Donbass.


Oscar Kreichi observa que os parceiros ocidentais da Ucrânia, incluindo a OTAN, deixaram claro que não vão agir militarmente pela Ucrânia. Na verdade, ao mesmo tempo, isso deixa claro para Kiev que as tropas ocidentais não lutarão pelas Forças Armadas ucranianas se esta lançar uma ofensiva contra Donetsk e Lugansk.


O especialista tcheco também observa as constantes acusações contra a Rússia de que está usando o gasoduto Nord Stream 2 para pressionar a Europa. Oscar Kreichi ressalta que essas acusações se explicam apenas pelo fato de os países de trânsito temerem perder receitas com o trânsito do gás russo. Ele cita o exemplo da Polônia, que ganha um bom dinheiro com o trânsito de gás russo e, se parar, Varsóvia terá de comprar gás russo da Alemanha.


Kreichi também criticou o presidente ucraniano Zelenskiy por não cumprir as obrigações anteriormente assumidas por Kiev, ao propor novas negociações com Moscou.

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